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Blog de flaviana.menezes Exposição Rodin. Não percam!!!! Auguste Rodin ganha mostra na Casa Fiat de Cultura Mostra de um dos artistas mais conhecidos da história da arte destaca processo de criação com obras nunca expostas no Brasil Construir uma obra capaz de sobreviver ao teste do tempo, ser reconhecida pelas gerações futuras, virar ícone em boa parte do mundo, se tornar objeto de desejo e ainda fazer parte do imaginário popular é o destino de poucos. Auguste Rodin (1840-1917), escultor francês que ganha nesta quinta, na Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte, uma importante exposição de esculturas e fotos raras registrando seu processo criativo, é, não por acaso, um desses casos. Sua importância para a história da arte é crucial. Rodin, quando aparece, representa uma ruptura na linguagem da tradição escultórica francesa do século 19, caracterizada pelos aspectos monumentais, pelo diálogo com a literatura e cenas da história e exemplificada em obras como a Divina comédia, do italiano Dante Alighieri. Ao mesmo tempo, mantém como referência forte a obra do pintor, poeta e arquiteto renascentista italiano Michelangelo. “A maior tentativa de Rodin foi dialogar modernamente com esse artista. Queria ser tão titânico e grandioso, algo como o Michelangelo do tempo dele”, explica Renato Brolezzi, professor de história do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Rodin conseguiu. Na busca de questionamentos e no diálogo com aspectos da escultura daquela época é que apareceu sua grandiosidade. Assim como Michelangelo, ele explorou a anatomia dos corpos, que sofreram torções, dando a sensação de movimento. O tempo todo tentou dramatizar os gestos ao limite com a intenção de forçar o espectador a girar no entorno da peça. Suas criações ganharam ainda uma independência e autonomia da literatura, não sendo mais necessário recorrer aos textos para compreensão das peças. A técnica utilizada na feitura das esculturas também representou uma ruptura. Ao contrário do artista renascentista, que esculpia com as próprias mãos o bloco de mármore, Rodin, depois de desenhar, esculpir em formato menor em argila e fazer os moldes em gesso, passava a contar com ajudantes para ampliá-las em outros materiais. Raramente Rodin enfrentou a pedra esculpindo-a. “A autoria está na ideia, não na feitura, que pode ser artesanal ou não”, explica o professor. REPRODUÇÕES E ORIGINAIS A convenção internacional determinando a quantidade aceitável de reprodução das peças a partir dos moldes é posterior à época de Rodin. Naquele tempo, o artista autorizava fusões das peças que, automaticamente, passavam a ser consideradas originais. Depois de sua morte, o que passou a ser realizado são réplicas. “Convencionalmente, aceitam-se até oito versões do modelo. Não pode virar fábrica”, explica o especialista, justificando a quantidade de Pensadores, uma das peças de Rodin e que está entre as imagens mais conhecidas em todo o mundo. As obras que serão apresentadas em Belo Horizonte a partir de amanhã são originais, vindas da coleção do Museu Rodin, em Paris, e algumas delas foram retiradas dos jardins do sobrado onde o escultor viveu até o fim da vida. Além da instituição, ele tem vida e obra retratada num museu na Filadélfia, nos Estados Unidos, e em outro localizado em Tóquio, no Japão. O fato de ter virado um ícone pode acabar prejudicando a compreensão deste legado. “É quase obrigação ter de conhecê-lo, quase uma grife”, critica o professor, defendendo que o espectador deve se distanciar dos modismos e ter uma relação de menos ansiedade para compreender, em detalhes, as esculturas. Outro aspecto que costuma prejudicar o entendimento deste legado é quando aspectos pessoais ganham uma importância excessiva. Rodin foi um namorador, teve várias amantes e a mais conhecida foi Camille Claudel, ex-aluna, que virou sua mulher por alguns anos. Quando o relacionamento acabou, ela não conseguiu se desvencilhar da relação. “Esperou dele coisas que não podia dar. Acabou se perdendo um pouco diante do fascínio pela poética do mestre. Tentou seguir os passos do grande projeto Rodin e acabou se destruindo com isso”, explica Renato Brolezzi. Já o mestre, depois da conturbada relação, ainda viveu outros relacionamentos, como a paixão por Rose Buret, que ficou com ele até o leito de morte. EXPOSIÇÃO A partir desta quinta-feira, na Casa Fiat de Cultura, no Belvedere, serão apresentadas 194 fotografias originais retratando o processo criativo de Rodin em seu ateliê, de 1880 a 1917. Muitas das 22 esculturas em bronze e mármore originais vão espelhar as cenas retratadas nas imagens. A mostra se completa com a presença da monumental escultura Les trois ombres (As três sombras), retirada pela primeira vez do Museu Rodin, em Paris. Também estarão expostas a versão de L’éternel printemps (A eterna primavera), bronze concebido em 1886, e a escultura Les bénédictions (As bênçãos), uma de suas mais bonitas peças em mármore, feita entre 1896 e 1911. Rodin: do Ateliê ao Museu – Fotografias e Esculturas Escrito por flaviana.menezes às 21h06 [ ] [ envie esta mensagem ] Dieta! Querido Diário, Primeiro dia de dieta: Segundo dia de dieta: Terceiro dia de dieta: Quarto dia de dieta: Quinto dia de dieta: Sexto dia de dieta: Sétimo dia de dieta: Oitavo dia de dieta: Nono dia de dieta: Décimo dia de dieta: Décimo-primeiro dia de dieta: Décimo-segundo dia de dieta: Décimo-terceiro dia de dieta: Décimo-quarto dia de dieta: Décimo-quinto dia de dieta: Décimo sexto dia: Frase do dia: "Estou fazendo a dieta da sopa... Deu sopa eu como!" Escrito por flaviana.menezes às 21h04 [ ] [ envie esta mensagem ] Cilada em entrevista de emprego Fui a uma entrevista de emprego,no início do ano, vaga de recepcionista em um salão de cabeleireiro. Éramos oito candidatas à vaga em questão. A Psicóloga fez aquelas perguntas de praxe e informou que além da recepção das clientes (muito exigentes por serem da zona sul) teríamos que lavar o cabelo das mesmas, fazer e servir cafezinho, limpar o salão, vender os produtos do salão... Pensei com os meus botões "bom, acho que vamos receber por função, pois são atividades de profissionais distintas: recepcionista, cabeleireiro, copeira, vendedora e faxineira!" Que nada! Apenas o salário mínimo sem hora certa para encerrar o expediente! Voltando à psicóloga... Ela leu o meu curriculo e me perguntou se eu sabia o motivo pelo qual não me contratavam. A vontade foi de dar a seguinte resposta: "Se eu soubesse o motivo pelo qual pessoas tão brilhantes e fascinantes como eu não conseguem passar em um processo seletivo de emprego, eu teria escrito um best seler, vendido um milhão de cópias em uma semana (e me tornaria imortal), faria palestras no mundo inteiro e seria a décima mulher mais rica do mundo (sou modesta!)." Como a boa educação não me permitiu tal desabafo, lhe disse que desconhecia o motivo. E ponto final. Eu era a única com ensino superior e a única que não entendia nada de salão! Escrito por flaviana.menezes às 20h56 [ ] [ envie esta mensagem ] Ambiente de trabalho Ambiente de trabalho:veja como lidarcom pessoas problemáticas
SÃO PAULO - "Em algum ponto de nossas carreiras, vamos trabalhar com indivíduos que são desafiadores, difíceis ou até mesmo o que eu chamaria de pessoas problemáticas... Podemos até achar que esses relacionamentos exigem estratégias muito diferentes". O comentário é do especialista em Gestão de Projetos, Anthony Mersino, e consta no livro "Inteligência emocional para gerenciamento de projetos" (Ed. M.Books). Segundo ele, se temos um problema com alguém, devemos explorar a possibilidade de estarmos causando essa situação. "Devemos fazer o máximo para o relacionamento funcionar. Não devemos jogar a toalha rapidamente e supor que o problema é com a outra pessoa. Dito isso, haverá casos em que esgotamos todos os esforços para construir um relacionamento com outra pessoa ou em que reconhecemos que a outra pessoa é fraca em algum ponto fundamental". Partindo dessa premissa, ele conclui que haverá momentos em que teremos de reconhecer que nossos próprios esforços de construção de relacionamento não farão sentido quando estivermos lidando com certos tipos de personalidade. Profissionais problemáticos Existem muitos perfis de profissionais problemáticos. Veja algumas categorias descritas por Mersino:
Para lidar com pessoas difíceis, o melhor é limitar-se ao trabalho e evitar confrontos diretos, afirma Mersino. Diferentemente de relacionamentos normais, nos quais queremos expressar nossos sentimentos, dizer a verdade e esclarecer a situação, quando lidamos com pessoas problemáticas, devemos evitar situações que nos deixariam vulneráveis. Outra dica é: documente tudo. Se você acredita que está trabalhado com um indivíduo que representa riscos, faça tudo por escrito. Documente acordos, instruções, responsabilidades e obrigações. Isso pode ajudar você a se defender, por meio de provas. Uma terceira recomendação diz respeito à ajuda. Se você possui problemas com determinada pessoa, converse com seu gestor e peça orientação, ou ainda com o responsável pelo Recursos Humanos. Além disso, se você encontrar um beco sem saída ao tentar construir relacionamentos doentios que podem sobrecarregá-lo e esgotá-lo, é importante sair de perto da pessoa que representa riscos ao seu dia-a-dia no trabalho. Se o problema for com seu gerente, busque outra oportunidade em outra área da mesma empresa. Se a situação for insustentável, considere ainda mudar de emprego. Mantenha intacta sua saúde mental. Por fim, não leve nada para o lado pessoal. Algumas pessoas são fracas em pontos que não têm nada a ver com você. Elas podem ter inveja do seu talento e do desempenho excelente que apresenta no trabalho, ou ainda podem ter medo de você crescer demais na empresa. Mantenha isso em mente e não assuma a responsabilidade por problemas de relacionamento que foram criados por terceiros. (não me recordo a fonte, mas quem escreveu sinta-se, por favor, com os devidos créditos) Escrito por flaviana.menezes às 20h23 [ ] [ envie esta mensagem ] Amigas, com todo o meu amor! Não sei explicar quando foi que tudo começou, só sei que parece que nunca estivemos distantes uma da outra. Hoje resolvi dar um passeio pelas minhas recordações e você estava lá. Você sempre esteve presente nos momentos em que eu mais precisei de um afago ou de um puxão de orelhas. Quantas vezes você se magoou com as minhas atitudes? Quantas vezes você me magoou também? Quantas vezes você teve vontade de me dar umas palmadas? Quantas vezes eu tive vontade de fazer o mesmo com você? Quantos segredos partilhamos? Quantas lágrimas derramamos? Quantos planos para o futuro fizemos? E as crises de riso? E o medo que sempre ronda as nossas ações, o nosso íntimo? Não sei explicar o motivo que a fez se aproximar de mim, logo eu que sou extremamente passional, extremamente egoísta, extremamente chata e com crises titânicas de mau humor. È óbvio que você dirá coisas muito lindas e fofas a meu respeito e é óbvio que eu vou concordar com tudo, pois a Modéstia passou longe do meu berço! No fundo, o que você vê de bom em mim é o reflexo das suas ações, do seu caráter, do seu companheirismo, do seu carisma, da sua beleza interior... É você quem me dá força para continuar minha caminhada, para seguir em frente. Sem o seu amor, eu nada seria. Você é a família que eu, timidamente, construí. E eu poderia dizer que o mundo ficou mais bonito depois que eu a conheci, mas não farei isso porque você sabe que o mundo ficou mais bonito depois que eu a conheci! Um dia a roda louca da vida vai tornar nosso contato mais escasso, mais distante até nos tornarmos uma doce lembrança, uma para a outra. E vamos rir quando nossos filhos perguntarem: “Quem é essa pessoa da foto?”, e constatarmos que foto antiga denigre a reputação de qualquer um! Diremos: “ É uma grande amiga da mamãe, e não ria pois esse traje era o último grito da moda daquele ano!” Pois é, a moda continua em coma depois que a viu vestida daquele jeito! Escrito por flaviana.menezes às 20h21 [ ] [ envie esta mensagem ] Para os "Perfeitinhos" DEFICIÊNCIAS
Escrito por flaviana.menezes às 20h19 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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